segunda-feira, 26 de março de 2012

Harmonia

                                                            
                                                    HARMONIA                                               

                    
            O musico a minha frente, deixa transparecer o que sente, ao execultar o seu instrumento. Uma canção antiga explode no ar, parece  que a cançaõ além de nos embriagar com a emoção, todos os espaços vão ocupar.
            O maestro com a sua batuta, desenha no ar a harmônia, que a todos contagia, misturando assim alegria com melodia.
            A velha ao meu lado, fica calada. Pois, pelo som embalada, fica a adormecer. Olho pra ela, meu conciente me revela-Acho muito cêdo não quero morrer.
            O Bêbado seme-conciente, com a mente tropêga se faz ausente, boceja a todo instante, bate palmas sem ser a hora e beija agradecido a velha senhora.                     


                                                                                                                         


  

ACRÓSTICO

S de sol, estrela maior da nossa constelação
O de orglho de pais e manos
L de lembranças Belissímas
A de amiga constante
N de nunca ter se revoltado com as íterperes da vida
G de generosidade, guerreira destemida
E de esperança e de estimulos

N de nunca ter desistido dos seus ideais
A de atenção a tudo a que se dedicava
S de simplicidade e simpatia
C de conhecimento diverssos
I de investimento no desconhecido
M de mudar pra melhor o que lhe parecia feio
E de encarar desafios
N de  não deixar nada  pra depois
T de tolerância paciência e doação
O de orgulho de seus pais

S de satisfação de estar com os seus sempre que podia
E de espalhar simpatia e bom humor
A de ajudar sempre aos mais desvalídos
R de renuncia...A vida?
A de amor e  amar a justiça

             

                           N.A Assim foi você pra todos nós  26-10-2006


quarta-feira, 21 de março de 2012

Retrato

"Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios, nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
Em que espelho ficou perdida a minha face?"

Cecília Meireles